Domingo, Março 14, 2010

Apenas não era você.



(Foto de Gosia-Barta)


Imóvel, dopada
Mas não inconsciente ou anestesiada.
A dor, o sofrimento.

A obsessão daquele desconhecido
O medo do que queria ignorar por toda a minha vida.
Decepção por minha fraqueza, minha falta de franqueza.
Subconsciente ferido, palavra descumprida.

Alma repudiada
No corpo conhecido,
sua pele, boca, toque e cheiro.

Promessa, minha promessa.
Apenas com você.
As lágrimas, minhas lágrimas.
Apenas não era você.

3 comentários:

  1. De certo gosto dos textos subjetivos que remetem a solidão. O modo como as palavras transitam e se entrelaçam formando um joguete simples, Porém sinuoso dá a perfeita percepção de uma confusão de sentimentos. Querer mais ao mesmo tempo não querer.Seria a presença de alguem amado? Seria um Inimigo? Esse Quase, esse gostinho de quase cheguei, Quase vi...Senti...Ah! Adoro quando o Autor(a) de coisas tão belas pode nos brindar com esse misto de sensações que Turvam a visão, Embebedam os sentidos e Elevam a Alma.
    Obrigado por escrever tão bem. Sou eternamente grato por poder compartilhar desse banquete de sabedoria.

    ResponderExcluir
  2. De certo gosto dos textos subjetivos que remetem a solidão. O modo como as palavras transitam e se entrelaçam formando um joguete simples, Porém sinuoso dá a perfeita percepção de uma confusão de sentimentos. Querer mais ao mesmo tempo não querer.Seria a presença de alguem amado? Seria um Inimigo? Esse Quase, esse gostinho de quase cheguei, Quase vi...Senti...Ah! Adoro quando o Autor(a) de coisas tão belas pode nos brindar com esse misto de sensações que Turvam a visão, Embebedam os sentidos e Elevam a Alma.
    Obrigado por escrever tão bem. Sou eternamente grato por poder compartilhar desse banquete de sabedoria.

    ResponderExcluir
  3. Olá,
    ótimo blog!!
    Adorei e ja estou seguindo!!

    Beijos!

    ResponderExcluir